AS BELGAS.
A Bélgica é um país ícone quando falamos de cerceja. Todos os gostos, sabores, tipos de produção podem ser encontrados por lá, nunca deixando de lado a qualidade, que é sempre muito bem averiguada. No Brasil, conhecemos muito bem a Stella Artois, que já cativou uma parte importante parcela dos cervejeiros brasileiros e teve grande papel na disseminação das cervejas diferenciadas em meio ao gosto popular.
Como as demais nacionalidades, os belgas orgulham-se da sua rica cultura cervejística. Há mais de 1 500 tipos de cerveja belga (incluindo cerveja com rótulos renomados) entre as quais: Stella Artois, Alken Maes, Jupiler, Delirium tremes, Duvel, Kwak, Chimay, La Binchoise, Leffe, Hoegaarden eMaredsous são algumas das mais conhecidas. Geralmente é dito (principalmente pelos belgas) que as cervejas da Bélgica são particularmente excelentes. A Bélgica é a única região que onde os monges trapistas produzem a cerveja que recebe o nome da ordem (cerveja trapista, que são produzidas dentro dos muros do mosteiro). Na Bélgca ficam os outros seis mosteiros que produzem a cerveja dentro de seus muros. A única exceção fica na Holanda.
Cada variedade da cerveja belga é servida em um copo específico. A forma e tamanho do copo varia, e tem o efeito de acentuar o sabor daquela cerveja em particular.
Na foto abaixo, algumas dessas preciosidades;
Duvel é uma das mais tradicionais na Bélgica, muito boa, vale provar;
Apreciadores desse tipo de cerveja (senhor do bigode, eu);
PROSIT!



